Passos para fazer um Jardim Zen

Reproduzindo a natureza de uma forma artística.

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Nada melhor do que construir e ter um espaço relaxante que transmite harmonia e paz dentro de casa ou até mesmo no trabalho, não é mesmo?

O Jardim Zen que representa o universo, é conhecido também como jardim Japones e vem sendo utilizado por muitos e muitos anos sempre com a intenção de obter calma e serenidade na mente em dias estressantes.

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No Japão, vêem como um instrumento de meditação e relaxamento, enquanto no Ocidente é considerado um antídoto para o stress da vida moderna.

É necessário possuir os seguintes materiais:

  • Areia e Gravilha (ambas representam água)

  • Madeira (somente para delimitar o espaço do jardim)

  • Pedras e rochas (representam fertilidade e eternidade)

  • Ancinho (representa o movimento das águas, utilizado para “pentear” a areia)

  • Plantas e Flores (simplicidade)

  • Iluminação (dá um ar de mistério para o jardim, com a possibilidade de utilizar a noite)

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O local em que escolher para fazer o seu jardim lembre-se de:

  1. Retirar todas as ervas daninhas e mato substituindo-os pela areia.

  2. Colocar somente algumas pedras, granito moído ou cascalho para não ficar tão “pesado” o ambiente.

  3. Para completar, coloque também somente algumas plantas e flores.

  4. A “calçada” de madeira é importante que esteja em volta do jardim, assim os seus visitantes podem experimentar a tranquilidade.

  5. Decorar com velas, lâmpadas coloridas (não muito fortes) é uma opção proporcionando um visual lindo.

 

Antes de comprar todos os materiais, certifique-se qual visual e funções deseja dar ao seu jardim e é recomendável que o número dos elementos seja ímpar.

 “Os números ímpares, especialmente o cinco e o sete, são considerados favoráveis e devem ser mantidos em mente quando a pessoa for escolher a quantidade de pedras do jardim. Já a arrumação desse material deve permitir a livre expressão de sua energia natural, ou seja, as pedras devem ser enterradas parcialmente na areia, com cerca de 2/3 de profundidade.” diz a geoterapeuta Simone Kobayashi.

Fonte: Arquitetura Sustentável